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Reforma Tributária e Mercado Imobiliário — o que muda para corretores e imobiliárias (IBS/CBS)

 

A Reforma Tributária está mudando a forma como o Brasil cobra impostos sobre consumo, e isso impacta diretamente o mercado imobiliário, desde incorporação e compra e venda até locação, prestação de serviços e rotinas de documentação. Para corretores de imóveis e imobiliárias, o ponto principal não é “virar especialista em tributos”, mas entender o que pode mudar na prática para orientar clientes com segurança, alinhar expectativas e evitar ruídos na negociação.

 

Neste artigo, vou explicar de forma didática e objetiva os conceitos centrais (como IBS/CBS) e como esse novo cenário pode refletir na operação e no atendimento do dia a dia.

 
O que é a Reforma Tributária (em termos simples)

A ideia principal é substituir vários tributos sobre consumo por um modelo mais “unificado”, semelhante a um IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Na prática, entram em cena dois nomes que você vai ouvir cada vez mais:

 
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): tributo de âmbito federal.
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): tributo compartilhado entre estados e municípios.
 

Esses tributos vêm para substituir (ao longo de uma transição) impostos como PIS/COFINS e ICMS/ISS, com regras que tendem a ser mais padronizadas e com foco em não cumulatividade (isto é, com lógica de créditos ao longo da cadeia, conforme o caso).

 

⚠️ Importante: existem regras de transição e normas complementares que detalham como cada atividade será enquadrada. Por isso, o corretor deve trabalhar com clareza e prudência: informar o cliente sobre o cenário e recomendar validação com contador/advogado tributário quando necessário.

 
Por que isso importa para o mercado imobiliário

O setor imobiliário tem particularidades: valores altos por transação, cadeias longas (incorporação, construção, financiamento, cartório) e operações com perfis diferentes (pessoa física, pessoa jurídica, locação residencial, comercial, temporada, etc.).

 

Com a Reforma, a atenção do corretor deve ir para três pontos:

 
  • Preço e composição de custos: mudanças no imposto podem alterar custo final, margem e forma de precificação.
  • Modelo de contrato e documentação: contratos podem precisar de ajustes para refletir tributos, repasses e responsabilidades.
  • Forma de explicar ao cliente: o cliente tende a ouvir “vai aumentar” ou “vai diminuir” e tomar decisões por ansiedade. O seu papel é trazer contexto.
 

 

IBS/CBS na prática: o que o corretor precisa entender

Sem entrar em tecnicismos, vale fixar estas ideias:

 
  • Imposto sobre consumo tende a incidir de forma diferente conforme a natureza da operação (venda de bem, prestação de serviço, cessão de direito, etc.).
  • O novo modelo busca transparência: o tributo costuma aparecer mais claramente na formação de preço.
  • A lógica de créditos (quando aplicável) pode alterar decisões empresariais (por exemplo, estruturação de operações por imobiliárias, incorporadoras e empresas patrimoniais).
 

👉 Na ponta do atendimento, o mais importante é você saber o que pode ser afetado e quais perguntas fazer, em vez de “chutar” percentual.

 

 

Compra e venda: o que pode mudar na conversa com o cliente

Em compra e venda, a reforma pode influenciar:

 
  • Estrutura de custos do vendedor (especialmente se for empresa do setor, incorporadora ou pessoa jurídica com atividade imobiliária).
  • Formação de preço e políticas de descontos.
  • Prazos e estratégia de fechamento durante a fase de transição.
 

Na prática, o corretor pode adotar um discurso seguro assim:

 

“Estamos em fase de mudança de regras tributárias. O valor do imóvel depende de vários fatores (mercado, demanda, condição de pagamento e custos do vendedor). Em operações empresariais, a carga tributária e a tomada de crédito podem impactar precificação. Vamos alinhar com o responsável contábil/financeiro para confirmar o enquadramento.”

 

Isso evita promessas e mantém o cliente bem informado.

 

 

Locação: onde o cuidado aumenta

Na locação, a atenção se concentra em:

 
  • Pessoa física x pessoa jurídica (por exemplo, empresas patrimoniais que alugam imóveis).
  • Locação residencial, comercial e por temporada, que podem ter tratamentos diferentes conforme a regulamentação e o modelo de exploração econômica.
  • Repasse e previsão contratual: o contrato deve ser claro sobre quem paga o quê e como reajustes e tributos são tratados.
 

⚠️ Se você atende locadores recorrentes (carteira de locação), o ideal é criar um roteiro padrão de orientação e um checklist de documentos para reduzir risco.

 
Comissão de corretagem: muda alguma coisa?

A comissão é uma remuneração por intermediação. O que pode mudar, na prática, é o contexto tributário do corretor (autônomo) e da imobiliária (empresa), especialmente no que diz respeito a:

 
  • Emissão de nota e enquadramento tributário (Simples, Lucro Presumido, etc.).
  • Custo de conformidade (rotina fiscal, escrituração, sistemas).
  • Precificação do serviço em contratos de captação e intermediação.
 

O ponto-chave é ter processos para:

 
  • Formalizar proposta/contrato de intermediação.
  • Definir quando há “sucesso” (gatilho da comissão).
  • Registrar documentos e comunicações.
 

 

O que o corretor deve fazer agora (sem pânico)

A melhor postura é se preparar para orientar com clareza e vender com segurança, sem virar “consultor tributário”.

 

✅ Checklist prático:

 
  • Atualize seu pitch: explique ao cliente que há transição e que custos podem mudar conforme o perfil da operação.
  • Padronize contratos e minutas com apoio jurídico/contábil (principalmente em captação, exclusividade, administração de locação e parceria).
  • Crie um FAQ para clientes: 8 a 10 perguntas que você responde sempre.
  • Aproxime-se de um contador parceiro: isso acelera respostas e aumenta confiança.
  • Documente tudo: propostas, aceite, condições, prazos, e-mails/WhatsApp essenciais.
 

 

Como falar sobre a Reforma Tributária sem “assustar” o cliente

Use uma comunicação em 3 camadas:

 
  • Camada 1 (simples): “Regras de impostos sobre consumo estão mudando e isso pode impactar custos e contratos.”
  • Camada 2 (objetiva): “IBS/CBS substituem tributos atuais gradualmente; cada operação pode ser enquadrada de um jeito.”
  • Camada 3 (responsável): “Para o seu caso, confirmamos com contador/advogado antes de fechar.”
 

Isso transmite profissionalismo e protege sua reputação.

 

 

Conclusão

A Reforma Tributária (com IBS/CBS) não é apenas um tema “de contador”: ela afeta o jeito como o mercado forma preços, como empresas estruturam operações e como os clientes tomam decisão. Para corretores e imobiliárias, a vantagem competitiva estará em comunicação clara, processos bem documentados e parcerias técnicas para validar casos específicos.

 
 
 

Se você se posicionar como alguém que entende o cenário e sabe orientar, você transforma incerteza em confiança — e confiança fecha negócio.

 

A recente notícia da captura de Nicolás Maduro pelo exército americano, em 3 de janeiro de 2026, marca um ponto de inflexão na geopolítica global, com ramificações que se estendem muito além das fronteiras venezuelanas. Para o mercado imobiliário, um setor intrinsecamente ligado à estabilidade econômica e política, um evento dessa magnitude desencadeia uma série de efeitos complexos e multifacetados.

 

Na A Corretora Imóveis, entendemos que o conhecimento desses cenários é crucial para nossos clientes e investidores. Por isso, preparamos uma análise aprofundada sobre como essa mudança drástica pode influenciar o panorama imobiliário.

 

Venezuela: Um Cenário de Transformação e Incerteza

No epicentro da mudança, o mercado imobiliário venezuelano seria o mais diretamente impactado. Inicialmente, a instabilidade política e social, natural em uma transição de poder tão abrupta, provocaria uma desvalorização acentuada dos imóveis e uma paralisia nas transações. A fuga de capitais, já uma realidade no país, se intensificaria, com investidores e cidadãos buscando refúgio em ativos mais seguros fora da Venezuela.

 

A incerteza jurídica sobre futuras políticas de propriedade e possíveis revisões de expropriações afastaria qualquer novo investimento. No entanto, em um horizonte de longo prazo, se a transição política resultar em um governo estável, com políticas econômicas transparentes e respeito ao direito de propriedade, o potencial de recuperação seria imenso. A atração de capital estrangeiro para reconstrução e desenvolvimento de infraestrutura poderia, gradualmente, revitalizar o setor.

 

Efeitos Cascata na América Latina

Os países vizinhos da Venezuela seriam os primeiros a sentir os reflexos regionais. Colômbia, Brasil, Equador e Peru, que já lidam com grandes fluxos migratórios venezuelanos, veriam essa pressão intensificar-se. O aumento da demanda por aluguéis e moradias de baixo custo em cidades fronteiriças e grandes centros urbanos poderia gerar valorização em algumas áreas, mas também desafios significativos para a infraestrutura e serviços públicos.

 

A confiança dos investidores em toda a América Latina também seria testada. Uma transição venezuelana violenta ou prolongada poderia gerar aversão ao risco em outros mercados emergentes da região. Por outro lado, uma transição pacífica e a estabilização da Venezuela poderiam injetar um novo otimismo na economia regional.

 

Repercussões Globais e Oportunidades em Mercados Seguros

Globalmente, a notícia da captura de Maduro teria um impacto nos mercados financeiros, com investidores buscando ativos mais seguros. Para o mercado imobiliário internacional, isso poderia significar um redirecionamento de capital. Venezuelanos com patrimônio no exterior, ou aqueles que conseguirem realocar seus recursos, poderiam buscar investimentos imobiliários em mercados considerados "porto seguro", como Miami, Nova York, Londres ou Madri. Isso poderia gerar um aumento pontual na demanda e nos preços em segmentos de luxo ou de alto padrão nessas cidades.

 

O Papel da A Corretora Imóveis

Em um cenário de tamanha volatilidade, a expertise é fundamental. Na A Corretora Imóveis, estamos acompanhando de perto os desdobramentos geopolíticos e suas potenciais implicações. Nosso compromisso é fornecer a você, corretor de imóveis, as ferramentas e o conhecimento necessários para navegar por essas mudanças, identificar oportunidades e proteger os investimentos de seus clientes.

 
 
 

Eventos como a captura de um líder de estado reforçam a importância de uma análise estratégica e de um planejamento cuidadoso no setor imobiliário. Conte conosco para estar sempre à frente, transformando desafios em oportunidades.

OLiveira. S . A

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Mercado Imobiliário 2026:

Itabuna e Ilhéus no Centro das Decisões Inteligentes

O ano de 2026 chega com um cenário claro para quem acompanha o mercado imobiliário de perto: quem decide bem, compra melhor. No Sul da Bahia, duas cidades continuam ditando o ritmo dos negócios, cada uma com seu papel bem definido: Itabuna e Ilhéus.

Não é novidade, mas precisa ser dito com todas as letras: o mercado amadureceu. O comprador está mais informado, mais cauteloso e, ao mesmo tempo, mais estratégico. Isso muda tudo.


Itabuna em 2026: Base Econômica, Moradia Funcional e Liquidez

Itabuna segue firme como polo regional de serviços, saúde, educação e comércio. É a cidade onde as pessoas trabalham, produzem renda e precisam de moradia bem localizada, com acesso rápido a tudo.

Em 2026, o perfil de compra em Itabuna é claro:

  • Apartamentos funcionais e bem distribuídos

  • Condomínios com segurança e baixo custo de manutenção

  • Localização próxima a centros comerciais e vias principais

Aqui, o imóvel não é só abrigo. É estabilidade. É escolha racional. É liquidez futura.

Para quem compra para morar, Itabuna entrega praticidade. Para quem compra para investir, entrega demanda constante por locação.


Ilhéus em 2026: Valorização, Estilo de Vida e Visão Patrimonial

Ilhéus vive outro movimento. Não concorre com Itabuna — se complementa.

O crescimento urbano planejado, os novos empreendimentos e a valorização do litoral colocam Ilhéus em um patamar de decisão mais patrimonial. O comprador de 2026 olha para Ilhéus pensando em:

  • Qualidade de vida

  • Segunda moradia

  • Proteção e crescimento do patrimônio

Não é só morar perto do mar. É comprar um ativo escasso, que tende a valorizar com o tempo.


Empreendimentos Imobiliários: O Novo Padrão do Comprador

Se antes o preço era o principal fator, em 2026 o jogo muda. O comprador quer:

  • Construtora sólida

  • Projeto bem pensado

  • Documentação regular

  • Potencial de valorização real

Empreendimento bom não precisa de promessa exagerada. Ele se vende pela coerência do projeto e pela segurança jurídica.


Comparativo Direto: Itabuna x Ilhéus

Critério Itabuna Ilhéus
Perfil Moradia principal Moradia e investimento
Foco Funcionalidade Valorização e estilo
Liquidez Alta Média/Alta
Público Trabalhadores e famílias Investidores e segunda moradia

A pergunta certa em 2026 não é “qual cidade é melhor?”
É: qual objetivo você quer atender?


O Papel da Imobiliária em 2026

O corretor de imóveis deixou de ser apenas vendedor. Em 2026, ele é consultor de decisão.

Aqui na nossa imobiliária, trabalhamos com:

  • Análise real de mercado

  • Orientação por perfil de cliente

  • Segurança documental

  • Visão de curto, médio e longo prazo

Não empurramos imóvel. Ajudamos o cliente a decidir bem.


Conclusão: 2026 é Ano de Decisão Consciente

O mercado imobiliário de Itabuna e Ilhéus segue forte, mas exige mais preparo de quem compra e de quem vende. Informação, estratégia e orientação profissional fazem toda a diferença.

Quem entende o mercado, compra certo.
Quem compra certo, protege o patrimônio.

Se você pensa em morar, investir ou planejar o futuro, 2026 é o ano de conversar com quem realmente conhece o mercado local.

Entre em contato. Vamos analisar seu perfil e indicar o caminho certo.

 

Mercado Imobiliário 2026